Google Agenda + Thunderbird

Olá a todos,

Que nunca passou por um problema como uma queima de HD e todos seus e-mails, configurações de agenda, dados e escambau a quatro foi “para o saco”?

Pois é, recentemente passei por isso. A chuvarada que deu aqui na região fez com que meu HD pifasse e perdi boa parte dos meus dados.

Só não foi mais grave porque sempre fui mais ou menos prevenido e as únicas coisas que me ferraram de verde e amarelo foram e-mails e a minha agenda do Lightning.

Por conta dessa perda da agenda do Lightning, que é um complemento usado no Thunderbird que o transforma numa poderosa agenda ,para quem não conhece, acabei me esquecendo de um evento importantíssimo da minha vida que deu o maior rebú e ainda ta dando pano pra manga. Minha cabeça não funciona para datas, não adianta brigar comigo, mas esperar que eu lembre de algo por conta própria sem ter a tecnologia para me ajudar é pedir muito. :-(

Pois bem, depois disso fui procurar uma maneira de deixar minha agenda online.

Podem me dizer, mas pô, porque já não tinha deixado no Google agenda isso?

Poxa galera, manter uma agenda já é um pé, imagina duas? e quem me lembraria de olhar a agenda do Google? :-(

Agora meus problemas acabaram hehehe (Assim espero)

Fucei a beça na internet e descobri que agora o Thunderbird e o Google agenda se falam. Sendo assim, posso ter uma única entrada, seja web ou no desktop e seguro de que se der uma zica dessas eu não vou perder minha agenda novamente.

Chega de blablabla e vamos configurar a bagaça.

Se você usa o Thunderbird e não conhece o Lightning mas quer ter uma agenda 1000x melhor que Outlook e companhia Ltda. Abra o Thunder, clica em complemento, procura por Lightning e instala o “bixo”.

Agora vamos às configurações do Lightning.

Quando você instala o Lightning no Thunderbird, aparece um ícone a mais, o “Agenda”, que fica ao lado do “Tarefas”. Clique nele.

Aqui no lado esquerdo você tem a agenda padrão que é local. Ou seja, todos os dados são armazenados no disco. Não é isso que queremos. :-)

Em qualquer área livre onde está a agenda local, clique com o botão direito e escolha a opção “Novo calendário”. (Aqui na imagem, na hora do print não apareceu, mas tá aí hehehe)

Vamos escolher a opção “Na rede”, já que queremos que ela fique lá com o Google.

Muito bem, agora você vai clicar na opção calDAV e na Localização digitar o endereço https://www.google.com/calendar/dav/SeuID/events
*O seu ID do Google Agenda é seu e-mail, se for uma única agenda que você tiver. Se for mais que uma, as outras terão como ID uma longa string com o final @group.calendar.google.com.

De um nome para a agenda e escolha uma cor de sua preferência se assim desejar.

Finalize e será pedido a senha do seu e-mail Google. Após inserida a senha sua agenda será compartilhada com o Google agenda.

Tanto faz se você agenda via Thunderbird ou via Google agenda, as duas sincronizarão automaticamente.Clicando com o botão direito na conta e indo em propriedades, você poderá alterar o tempo de sincronismo bem como se quer que seja “somente leitura”. Caso opte por somente leitura, seus apontamentos deverão, obrigatoriamente, serem feitos somente via web no Google agenda.

That’s all folks. Demorando muito entre um post e outro, eu sei, mas é muito trabalho e pouco tempo para tudo. Mas isso não significa que deixei de amar e compartilhar tudo sobre Software Livre. Já estou apadrinhando mais uma pessoa e libertando das amarras dos “privativos”.

Acho que não basta apenas dizer que GNU/Linux é bom. Prefiro ser o tutor até que essa pessoa caminhe com seus próprios pés e aí então vemos os resultados positivos.
Me alegra muito ver as pessoas que ajudei, hoje ajudar outros. É assim que vamos mudar esse conceito, certo?

Abraços e até a próxima.

Fonte: Google Support

Kubuntu Campinas???

Olá,

Com a mudança que o Ubuntu teve para o Unity, achei melhor dar uma “olhada” no Kubuntu e ver como comportava. Devo dizer que estou bastante satisfeito e hoje estou usando Kubuntu no desktop e o Ubuntu no notebook.

O motivo da minha troca foi puramente para ganhar mais velocidade de produção, já que o menu do Unity é meio anti-produção. Pelo menos na minha opinião.
Até instalei o Gnome 3 mas mesmo assim não fiquei satisfeito com o conjunto da obra. rss

Devo dizer que por pouco eu não parti para usar o Gnome-shell, já que o KDE começou a dar alguns problemas na minha máquina. Achei que era placa de vídeo. Tirei a danada e mesmo assim os problemas continuaram. Cheguei até a por no Twitter que estava voltando ao Gnome, mas, como sou teimoso, resolvi correr atrás e ver o que acontecia.

A maravilha de usar software livre é que você pode fuçar a vontade, se tiver paciência e força de vontade você consegue tudo.
Fui em vários fóruns, pesquisei e consegui achar a solução. Até o momento está tudo funcionando redondinho, sem travões  e sem dar pau na hora de desligar.

Passei um pouco de raiva ao ver alguns comentário maldosos de algumas pessoas que ainda sismam que as distribuições Gnu/Linux devem ser para poucos. Esse tipo de gente me enoja. Pois garanto que são os primeiros a correrem surrupiando dicas de outros sites e postando nos seus blogs como sendo dicas deles e sem dar ao menos o crédito aos verdadeiros donos. Mas nem vou me estender nisso porque essa raça maldita não vale a teclada.

Então, voltando ao Kubuntu. Bastou com que eu adicionasse um repositório de um PPA da Comunidade do Kubuntu com algumas correções e voila… Os problemas sumiram.
Ainda não tive tempo de testar o OpenGL porque o dia foi corrido, mas só de não ter dado os problemas que eu enfrentei esses dias já foi um grande avanço.

Quem estiver passando pelo mesmo problema ou mesmo quem não estiver, já que o PPA tem correções importantes, segue a linha de comando.

$ sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/ppa

Curti esse Plasma, além de que é rápido a beça. Algumas ferramentas diferentes do padrão Gnome mas tô em casa. :-)

Quanto ao título, é claro que é uma brincadeira. Independente de ser Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu ou qualquer “untu”, o que vale é que é livre e eu uso o que eu quero, não o que é empurrado goela abaixo como um SO “privativo”. Então se eu não me adapto com uma ferramenta, uso outra e pronto.

That’s all folks

Fonte: http://www.kubuntu.org/news/kde-release-464

Escolha Ubuntu

Apresentando o Ubuntu

O que faz o Ubuntu ser tão grande?

Voltando

Olá a todos,

Depois de vários dias “offline”, consegui voltar o blog novamente. Os problemas eram, primeiro, uma maldita configuração da Verio, o registrar que uso para o Ubuntu Campinas e, segundo, a falta de tempo em me dedicar em solucionar o problema. Já que junto com esses problemas, ainda haviam os das transferências de todos os domínios de meus cliente por conta da palhaçada que a Locaweb fez comigo recentemente.

Bom, casa arrumada e acho que agora as coisas voltam à sua normalidade. É um absurdo eu ficar tanto tempo sem postar nada e sem o blog no ar, sei disso. Mas trabalho sozinho nisso aqui e faço conforme posso.

Agradeço a paciência de todos e vamos que vamos.

Faltam poucos dias para o lançamento do novo Ubuntu 11.10, o Oneiric Ocelot, infelizmente não poderei fazer nenhum evento para o lançamento, mas tenho certeza que outras comunidades farão.

Recentemente me perguntaram se eu já pensei em “abandonar” o Ubuntu Campinas por não poder manter atualizado. A minha resposta é não!

Nunca pensei em abandonar esse “projeto” já que as pessoas que ajudo e ajudei são mais importantes do que qualquer grande movimento que um site/blog possa ter.

Claro que gostaria de poder ter um local onde fosse mais frequentando, claro que adoraria libertar mais pessoas dos grilhões dos softwares proprietários e privativos. Mas vou até onde minhas pernas podem ir e não onde minha vontade deseja. Já que infelizmente muitas pessoas não veem isso.

Não faço isso, também, para os outros exclusivamente, faço por mim e para mim como maneira de agradecimento ao que o software livre me proporciona que é a liberdade.

Então, mesmo que sendo poucas as postagens aqui, o pouco é feito de coração e para aqueles que desejam, verdadeiramente, a liberdade. E não como forma de autopromoção como muitos que, infelizmente, conheço fazem.

Sou o que sou pelo que nós (1) somos!

Essa frase me deixa muito feliz em dizê-la, uma vez que hoje sou uma pessoa que aprendeu muito na vida graças a pessoas que, despojadas de arrogância, estenderam suas mãos para ajudar uma pessoa que fazia perguntas tolas (2) mas que tinha vontade em aprender.

É esse o tipo de mundo ideal que gostaria de ter, um mundo onde o conhecimento possa ser compartilhado na sua essência.

(1) – Esse “nós” eu me refiro à verdadeira comunidade que tenho orgulho de levantar a bandeira e não àquela onde somente o proveito próprio é visada.
(2) – Perguntas tolas são as perguntas que não se tem respostas, são aquelas que ficam na sua cabeça sem resposta somente porque você acha que é boba de mais para ser perguntada. Por isso pergunte sempre!

Abraços a todos

Evento dia 16 de setembro – Microcamp Moraes Sales

Olá a todos,

Conforme eu já havia dito no Twitter, dia 16 próximo, terá um evento sobre software livre na Microcamp unidade Campos Sales.
Esse evento está sendo organizado pela Aline, uma ex-aluna da Linux University que a conheci em uma palestra que fui lá apresentar.

Ela é professora da Microcamp e junto com mais outros professores, estão organizando o evento.

Espero que todos possam comparecer e prestigiar.

Segue o comentário que ela fez no post abaixo, mas agora é oficial. :-)

Olá,
Sou uma das organizadoras do workshop na Microcamp Campos Sales e gostaria de divulgar que as inscrições para os mini-cursos estão abertas.

O evento começará as 13:00 com uma palestra de empreendedorismo.
As 14:30 teremos 3 mini cursos, de programação, overclock e blender.
As 15:30 teremos outros 2: de linux e blender novamente.
Depois teremos uma pausa para um lanche.
As 18:00 voltamos com a palestra do Edson.
As 19:00 teremos 3 mini cursos: Overclock e Blender novamente e inglês técnico.
As 20:00 teremos uma palestra sobre inteligência artificial.

As palestras serão no cinema da escola por isso poderão acomodar várias pessoas, porém os mini cursos tem um limite por conta da capacidade das salas. Peço aos interessados que entrem em contato com a coordenação da escola para a inscrição.

Aline

Abração a todos

UPDATE

Algumas pessoas me perguntaram se haveria certificados para os participantes e como se inscreverem. Sim, haverá certificados para todos os participantes e para maiores informações e inscrições telefone (19) 3037-2777 ou direto no dia do evento.

Como alguns minicursos serão dados nas salas de aulas, seria bom fazer a inscrição antes e garantir o lugar. :-)

 

1º Encontro de usuários GNU/Linux de Indaiatuba

É, eu sei que estou deixando meio de lado aqui, mas não estou encontrando tempo para tantas tarefas.
Nem por isso significa que não penso nisso aqui ou que deixei o Software Livre de lado. É como eu disse, falta de tempo tão somente.

Mesmo assim vai uma chamada que vale a pena.

A Comunidade Linux Indaiatuba irá comemorar o aniversário de 1° ano e haverá um encontro com a galera que usa software livre.
Já confirmei minha presença e espero que muitos possam comparecer lá, pois o pessoal é bastante competente e a comunidade vem crescendo cada dia mais.

Ainda mais hoje em dia, que é tão difícil criar e manter uma comunidade forte e unida. A galerinha lá tá mostrando que isso é possível.
No começo do ano com o FLISOL que fizeram que foi arrebatador mesmo. Estive lá palestrando e fiquei muito contente de ver a quantidade de pessoas que participaram do evento.

Vou aproveitar e já deixar o convite aqui para o dia 16 de setembro. Haverá um evento na Microcamp Moraes Sales e será aberto a todos. Também estarei lá palestrando sobre Ubuntu e revendo a galerinha.

Então a agenda é dia 16 em Campinas, na Microcamp Campos Sales e dia 17 lá em Indaiatuba. Informações no flyer abaixo ou na própria comunidade Linux Indaiatuba.

 

Abraços e espero poder escrever com mais frequência novamente. :-)

Direitos autorais, uma questão de bom senso.

Quando entramos no campo de direitos autorais, nunca chegamos a uma conclusão que agrade a todos os lados. O mais importante é salientar que algumas obras protegidas por direitos autorais ferem a leis maiores de âmbito nacional e internacional como a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos que em seu artigo 27 diz o seguinte:

Artigo 27°
1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de
fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
2. Todos têm direito à proteção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer
produção científica, literária ou artística da sua autoria.

Nesse artigo podemos ver que, independente do campo, temos direito ao acesso, participar e nos proteger, conforme item 2, de qualquer produção científica, literária ou artística.

Sendo assim, podemos usar de direitos autorias para proteger nossas obras, mas o que se debate incansavelmente é o abuso em que os direitos autorais infringe às pessoas, por muitas vezes impedindo o seu acesso às suas obras.

Chegando a esse ponto e entendendo que o direito autoral é legítimo, devemos iniciar o processo de questionamento do que é justo.

Justiça
O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio).

O que faz com que o direito autoral seja maligno?
Imaginemos que eu tive uma ideia e criei um dispositivo que transporta um indivíduo do ponto A para o B de maneira instantânea. Após isso eu patenteio meu dispositivo e ninguém poderá criar uma máquina parecida com a minha sem minha permissão.
Estou simplesmente dizendo que somente eu posso melhorar ou deixar como está esse “produto”, que todos os lucros serão meus e que posso vendê-los por o preço que eu quiser.

Temos dois pontos a serem analisados aqui. Um é o direito a proteção do intelecto que foi utilizado para a criação do dispositivo e o outro é a privação das pessoas de melhorarem meu produto e de disponibilizá-lo a preços melhores que o meu. Forçando com que eu melhore meus valores, mesmo que isso resulte diminuição de lucros.

Então temos um cenário que diz que eu devo me proteger e arrecadar o máximo possível de dinheiro explorando quem quiser usufruir de meu dispositivo.
Por outro lado estou claramente privando determinadas pessoas de ter acesso a ele pelo simples motivo de não terem condições financeiras de usá-lo.

Se por outro lado eu utilizar um licenciamento mais humano e menos abusivo, poderei continuar obtendo lucro mesmo que outros comecem a desenvolver dispositivos parecidos.
A obtenção de lucros podem ser tidas de várias maneiras sem ser com a venda direta dos dispositivos. Manutenção, habilitação para uso outras formas podem ser utilizadas e todos ganham com isso.

Pirataria x compartilhamento

Quando há a negação à determinadas “obras”, os “menos favorecidos” podem utilizar de artifícios para obter o acesso. O mais comumente é utilizar produtos falsificados, cópias físicas como em livros e revistas e cópias digitais com dispositivos de desbloqueios como softwares, filmes e músicas.
Em meu ponto de vista se você obtém lucros com a obra de alguém, você é um pirata no sentido literal da palavra. Pois está roubando diretamente do autor principal. Já no compartilhamento há diferenças, uma vez que o objetivo não é a obtenção de lucro e sim a permissão de acesso à obra por outras pessoas.
São muitas questões e em muitos campos a serem discutidos em separados, já que temos campos de maquinários, musicas, filmes, softwares, etc. E cada um dele requer um capitulo em especial para sua discussão. Mas irei focar nesse final de matéria em 3 itens que são filmes, músicas e softwares.

Filmes
Sabemos que o lançamento de um filme no cinema gera uma receita a seus produtores e artistas que em sua grande maioria são mais que suficientes para pagar todos os custos e obterem lucros. Sendo assim desnecessário os valores abusivos em que são vendidos as mídias para serem executadas em aparelhos domésticos.
Tenho plena convicção de que se os valores fossem justos, a aquisição de filmes originais seria maior. E o livre acesso a esses filmes seriam para todos.

Músicas
Muito parecido com filmes, mas aqui entra uma outra indústria criminosa que querem receber por cada execução em rádios, tvs e até mesmo eventos.
O artista poderá obter lucros fazendo seus shows e vendendo a preços justos seus cds originais àqueles que querem, mas o compartilhamento também serve como forma de divulgação do artista. Então não vejo como um artista possa ir aos rádios e tvs e pedir para combater a “pirataria” que por muitas vezes são compartilhamento e não pirataria.
Me recordo de uma dupla sertaneja, não vou citar nomes para não correr riscos, que teve seu primeiro cd copiado e divulgado pela internet e despontaram para o Brasil. Depois de alguns anos apareceu em um programa de televisão com discurso de combate a pirataria.
Oras bolas, foi essa mesma “pirataria” que fez com que fossem conhecidos fora de suas cidades e depois aparecem com esse discurso?

Por fim chegamos nos softwares, esse sim muito mais fácil de se resolver.
Temos a grata satisfação de dizer que em software, só usa os piratas quem quer. Pois há uma comunidade muito grande e unida que tentam libertar dos grilhões dessas indústrias abusivas.
Em todas as minhas conversas com pessoas que me perguntam sobre “terem’ que usar softwares proprietários eu faço a mesma pergunta: Já procurou um software livre que atenda suas necessidades?
A grande maioria diz que não querem tocar de sistema operacional ou de software porque estão “acostumados” a eles.
São ações como essas que fazem com que essa indústria do mal continue, já que enquanto houver pessoas usando software proprietários por preguiça de mudanças, haverá uma corrente em seus pés aprisionando e fortalecendo essa indústria.

Em se tratando de direitos autorais, sempre estamos pisando em terreno minado, uma vez que o assunto não dá para ser tratado, opinado e chegado a um consenso em algumas linhas de textos. Mas é um assunto que precisa e deve ser tratado com a máxima seriedade, já que enquanto houver pessoas de cabeças baixas apenas acatando o que governos e indústrias assim impõem, iremos continuar sob seu jugo sendo considerados ladrões por tentar obter acesso ao que nos seria de direito e por não poder pagar o que pedem.

Flisol 2011 – Algumas fotos

Olá a todos,

Foi muito bom poder participar esse ano de 2 eventos do Flisol, pena que isso faça com que você não queira ir embora do primeiro e quando chega no segundo, queria ter estado desde o início. Mas tirando isso, foi simplesmente maravilhoso.
É bom rever amigos e conhecidos mas também é muito melhor fazer novos amigos, foi assim comigo e sei que com muitos que lá estiveram.

Quero parabenizar o pessoal de Indaiatuba pela excelente organização e estrutura e pode contar comigo para as próximas.
Quem quiser conhecer e ajudar a galera de lá, basta entrar no site http://comunidadelinuxindaiatuba.blogspot.com. Sempre é bom ter mais pessoas ajudando.
Podem segui-los, também, pelo Twitter @linuxindaiatuba

O auditório estava lotado lá na FATEC e é sempre bom palestrar para bastante gente e ver que muitos estão ali pela primeira vez e que gostaram do que viram e ouviram.

(Fotos retirada da comunidade de Indaiatuba, mais fotos aqui)

Assim como em Indaiatuba, aqui em Campinas tivemos uma grande festa também. Conheci o Bruno Criado, que é da comunidade Blackbuntu aqui no Brasil e me disse que a cidade dele está em falta com esse tipo de evento. Bruno, vamos nos conversando e vamos bolar alguma coisa para Bauru em breve, meu camarada. Pode contar comigo e com a comunidade daqui.

(Fotos retirada do álbum do Robson Sampaio, mais fotos aqui)

É isso aí.
Ano que vem tem mais, mas em breve haverá novos eventos e estaremos lá marcando presença e colaborando sempre.